site com diversos icones
July 6th, 2007 by designerpaulistanohttp://www.iconlet.com/search?n=home
http://www.iconlet.com/search?n=home
no episódio dividindo sonhos
Um site para verificar qual fonte foi usada:
http://www.myfonts.com/WhatTheFont/
Excelente artigo copiado do blog de Luli Radfahrer
dwd3
Criatividade – 10 dicas
Antes de mais nada: não existe “receita mágica” para se ter idéias diferentes. Qualquer um que tente convencê-lo do contrário tem boas chances de, na melhor das hipóteses, estar iludido – ou não saber ao certo o que criatividade significa. Afinal de contas, a partir do instante em que haja uma fórmula para se pensar novas coisas, elas já não serão mais novas.
Não sou psicólogo nem “criativólogo”, tudo que conheço na área vem de prática e observação. Quando estou bloqueado, sempre penso em crianças e no que elas fariam. Observando-as, descobri algumas atitudes que podem ajudá-lo a buscar saídas originais para os mesmos velhos problemas. Seguem algumas delas:
Se nada disso der certo para se ter uma boa idéia, pelo menos será garantia de diversão e relaxamento, o que sempre é lucro.
Criatividade - mais 10 dicas
Por mais que todas as teorias de educação preguem o contrário, o fato é que as escolas treinam as crianças para que busquem a solução CORRETA, não a criativa. A maioria das pessoas nasce relativamente livre para ser, com o tempo, continuamente reprimida até quase não sobrar idéias. Em outras palavras, a criatividade é inata; a “caretização”, aprendida.
Esse sistema predatório em busca de “resultados” torna a massa extremamente dócil, já que, em qualquer cultura, é preciso coragem para se ter idéias novas. E muito, muito mais coragem para expô-las. Quantos não pensaram que a Terra era redonda mas não eram machos o suficiente para dizê-lo? E que o homem e o macaco tinham um antepassado em comum? Mesmo hoje, quantos não reprimem idéias que poderiam levar a um mundo melhor apenas pelo medo do ridículo?
Pois é. Para se ter idéias novas é preciso motivação, encantamento, relaxamento e, acima de tudo, uma baita duma coragem. Com isso em mente, seguem mais 10 dicas:
Mesmo que essas dicas todas não te ajudem, certamente não farão mal. Tenha em mente que aquele tipo focado e concentrado, o tipo que nunca se desvia do assunto, pode até ser bom profissional, mas é chatérrimo.
Excelente artigo copiado do blog de Luli Radfahrer
dwd3
traduzido de http://www.webdesignfromscratch.com/web-2.0-design-style-guide.cfm
fonte: web design from scratch
Características de um layout para web 2.0:
1 - simples
2 - layout centralizado
3 - poucas colunas
4 - topo em destaque
5 - áreas com uma só cor
6 - menu simples
7 - logos em negrito
8 - título grande
9 - cabeçalhos destacados
10 - cores vivas
11 - superfícies ricas
12 - dedrades
13 - reflexos
14 - ícones bem feitos
15 - selo de destaque
1 - simples
Para criar um layout utilizando as características da web 2.0 basta criar apenas o necessário.
Nada de ficar colocando tudo que acha bonito no site, além de ser coisa de amador, deixa o site confuso e lento.
Contadores, livro de visitas, ícones para download, isso era moda do passado. Hoje em dia o lance é blog corporativo, relacionamento entre cliente e empresário. Faz tempo que foi comprovado que quem “faz” a web são os internautas, então porque não dar mais atenção a eles?
Exemplos:
medicon media
arty papers
2 - layout centralizado
Geralmente os sites com layout centralizado são mais organizados, com uma leitura mais simples e rápida.
Não é que sites alinhados a esquerda são complicados, mas tem gente que acha que o site tem que ocupar a tela inteira e aí começa os problemas de muito conteúdo na tela.
3 - poucas colunas
A alguns anos atrás um site com a tela cheia de conteúdo era considerado um site profissional, atualizado. Mas ainda bem que com o tempo o design foi ganhando importância.
Agora existe um limite para o número de colunas de um site, no máximo 3 e de preferência 2 colunas.
4 - topo em destaque
Para uma leitura visual mais rápida e simples, o topo agora fica em destaque, e de preferência com letras grandes e cores vivas.
5 - áreas com uma só cor
Voltando a falar em simplicidade, um site com fundo de uma cor só é muito mais legível do que um site com fotos de fundo.
6 - menu simples
A moda dos menus feitos em flash com movimentos e cores passou. Agora os menus são simples, facilitando os usuários de encontrarem o que procuram no site.
Falando em web 2.0 acredito que a facilidade e velocidades são duas características importantes. Então nada de ficar criando menus animados. Seja direto.
7 - logos em negrito
Além de facilitar a leitura quando estiver num tamanho pequeno, um logo em negrito tem um peso maior. Parece que é mais fácil de lembrar.
8 - títulos grande
Voltando a falar em velocidade e simplicidade.
Título grande é mais rápido de ser encontrado. De longe você identifica que site é, e qual o slogan.
9 - cabeçalhos destacados
Como num cartaz, ou jornal. Seria mais demorado ler se todas as letras tivessem o mesmo tamanho, nenhum destaque.
10 - cores vivas
Parece que o problema de legibilidade perdeu. Agora a preocupação é criar um site com cores vivas que chamam a atenção. Cores agradáveis que ajudam a ”destacar” o produto do site.
11 - superfícies ricas
Chega de layout pobre. Agora os sites tem um visual caprichado, ou com cantos arredondados, ou com efeitos de luz e sombra, ícones coloridos, sobreposições…
12 - dedrades
Se usado corretamente o degrade por deixar um site mais agradável, com menas quebras duras, deixando o site menos sério, menos formal.
Alguns reflexos dão um aspecto moderno ao site. Deixam mais caprichado.
14 - ícones bem feitos
Ícones bem feitos além de tornar a navegação mais fácil, torna mais agradável. O site fica com mais credibilidade.
odeio ficar enrolado na hora de programa o site.
você fica horas criando um site de acordo com as exigências da empresa, pensa em todos os detalhes, vasculha a internet em busca de informações que podem ser úteis, se preocupa com cada cor e cada fonte do site e quando acha que acabou, que tá na hora de comemorar, fica sabendo que terá de programar e hospedar o site.
putz, isso acaba. que valorização…
todos sabem, ou pelo menos deviam saber, que cada um é responsável por uma parte. que o designer não tem a obrigação de ficar lendo cada linha do código.
vídeo que mostra o que é o design:
http://www.gmoura.com/blog/2007/02/o-assim-assim-o-design.html
Design é tirar em vez de pôr, simplificando e eliminando o supérfluo até chegar ao objeto essencial.
Bruno Murari
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Design gráfico é a capacidade de criar algo enxuto a partir de várias considerações e habilidade para tirar o excedente e filtar o essencial, alcançando a satisfação quando consegue traduzir o desejo do cliente e atingir interação completa com o receptor.
Ikko Tanaka
Copiado do site da design gráfico no link: http://www.designgrafico.art.br/comapalavra/roxo.htm
Roxo com bolinhas amarelas
As cores possuem uma linguagem própria? Qual a importância das cores em um material impresso? Como devo escolher a paleta cromática de um projeto gráfico? A má escolha de cores pode prejudicar a aceitação de um material impresso?
Essas, entre tantas outras perguntas relacionadas ao universo das cores, fazem parte do dia a dia de muitos designers, artistas e criadores de um modo geral. É até bom que esses questionamentos existam, pois, se a pergunta existe significa que a preocupação com um perfeito resultado final é constante. Triste é quando encontramos profissionais que dizem desconhecer essa importância e escolhem as cores levando em conta apenas o seu senso estético. Pior ainda quando editores de arte – ou não – de uma publicação dizem desconhecer, ou nem existir, o critério usado na escolha de cores de sua revista.
Essa falta de informação e conhecimento da linguagem das cores não deveria existir entre profissionais ou estudantes de qualquer área relacionada a imagem, arte, criatividade. Para acabar com isso, um bom começo é responder as questões que iniciaram esse artigo.
As cores possuem uma linguagem própria?
Sim. Na verdade existem várias linguagens. As cores podem transmitir informações através de várias associações como: psicológica, fisiológica e sinestésica. Muitas dessas influências cromáticas são universais, outras estão relacionadas diretamente com a história pessoal, lembranças da infância, inconsciente coletivo etc.
A linguagem psicológica ocorre devido a relação entre uma cor e uma sensação, sentimento, lembrança etc. Podemos sentir calma ao ver a cor azul, dar a sensação de perigo ao usar a cor vermelha ou sentir raiva de uma determinada tonalidade.
A história pessoal, lembranças de infância ou a preferência por uma cor normalmente não são levadas em conta na criação de um projeto gráfico ou design de alguma peça, já que somente causam influência sobre a pessoa em questão. Exemplo: uma pessoa pode sentir-se nervosa ao ver a cor azul – cor que normalmente transmite paz, tranqüilidade, calma – por ter sofrido algum acidente e a cor azul estava presente naquele momento em alguma roupa, objeto etc causando assim uma associação ruim com essa cor. Como essa relação é totalmente pessoal, não pode ser levada em conta no momento de uma criação.
Já as influências do inconsciente coletivo de uma sociedade podem e devem influenciar no momento da escolha cromática de um projeto. Exemplo: os judeus, de um modo geral, não gostam da cor vermelha por estar diretamente associada ao nazismo. Esse repudio por essa cor é transmitido de geração à geração de um modo inconsciente.
Outro exemplo: a relação que a maioria das pessoas faz entre as cores pastéis e infância está diretamente ligada ao fato de que os jovens e adultos de hoje, quando crianças assitiram desenhos como: Branca de Neve, Cinderela, A Bela Adormecida, onde as fadas – meigas e boas – sempre foram em tons de rosa, azul, verde, branco e as bruxas – más e repugnantes – vermelhas, roxas, pretas.
Qual a importância das cores em um material impresso?
A cores desempenham um papel essencial no design gráfico de qualquer impresso. A função editorial da cor deveria ser levada mais a sério e usada adequadamente pela maioria dos designers gráficos. Entre os vários pontos que deveriam ser observados podemos destacar dois, são eles: a relação da cor com o tema abordado e a ordem de leitura desejada naquela página.
A relação entre tema e cor é importante porque ajuda a construir melhor a mensagem no cérebro. Completa um conjunto de informações adicionando associações inconscientes que podem aumentar ou diminuir o entendimento, a assimilação e até manipular as sensações e reações dos leitores. Quanto a relação entre a ordem de leitura desejada, a cor pode ser responsável pela escolha de qual matéria será lida primeiro, qual imagem será mais bem recebida e memorizada etc.
Como devo escolher a paleta cromática
de um projeto gráfico?
Muitos acham que se escolhe as cores simplesmente pelo gosto pessoal ou combinação estética, mas não, essa escolha deveria ser muito mais criteriosa. Deve-se levar em consideração vários pontos. Alguns deles são: perfil do público alvo, objetivo da publicação no mercado, projeto editorial da publicação, entre outros, para então escolher cores que tenham associações psicológicas, fisiológicas ou sinestésicas de acordo com os objetivos desejados.
A escolha incorreta de cores pode prejudicar
a aceitação de um material impresso?
Com certeza. Se essa escolha não estiver adequada os pontos citados acima a publicação pode ter um resultado final prejudicado, pois, podemos estar usando uma cor mais característica de um público da terceira-idade sendo que a revista é para jovens. Este é um exemplo simples e básico.
Sem pensar e pesquisar os objetivos da publicação, as cores que escolhemos poderão estar completamente fora de sintonia com a situação desejada no mercado e, com isso, a revista ter pouca aceitação. Pior ainda se o projeto editorial estiver indo para um lado e as cores para o outro. O gráfico e o editorial devem andar sempre de mãos dadas e as cores têm um papel fundamental nesse momento ou alguém já imaginou um projeto editorial direcionado a temas políticos e sociais com um design vermelho e roxo?
O mais difícil, em relação a escolha de cores, é deixar o gosto pessoal e o nosso senso estético particular de lado porque se o resultado de uma pesquisa direcionar a criação para o uso do roxo com bolinhas amarelas, é melhor usar, mesmo que ache terrível.
› Márcia Okida (1967) é designer gráfico, membro da SND – Society for News Design – e professora de Design Gráfico e Editoração Eletrônica na Faculdade de Artes e Comunicação (FaAC) da Universidade Santa Cecília (Unisanta).