site com diversos icones

July 6th, 2007 by designerpaulistano

http://www.iconlet.com/search?n=home

remember Makunochi Ippo

May 28th, 2007 by designerpaulistano

no episódio dividindo sonhos

saber que fonte é

May 8th, 2007 by designerpaulistano

 Um site para verificar qual fonte foi usada:

http://www.myfonts.com/WhatTheFont/

criatividade

March 26th, 2007 by designerpaulistano

Excelente artigo copiado do blog de Luli Radfahrer
dwd3

Criatividade – 10 dicas
Antes de mais nada: não existe “receita mágica” para se ter idéias diferentes. Qualquer um que tente convencê-lo do contrário tem boas chances de, na melhor das hipóteses, estar iludido – ou não saber ao certo o que criatividade significa. Afinal de contas, a partir do instante em que haja uma fórmula para se pensar novas coisas, elas já não serão mais novas.

Não sou psicólogo nem “criativólogo”, tudo que conheço na área vem de prática e observação. Quando estou bloqueado, sempre penso em crianças e no que elas fariam. Observando-as, descobri algumas atitudes que podem ajudá-lo a buscar saídas originais para os mesmos velhos problemas. Seguem algumas delas:

  1. Relaxe.
    Essa é a dica mais importante. Para se ter idéias é preciso estar em um estado de espírito tranqüilo, com o mínimo de estresse possível. Pense em outras atividades que sempre mudam: dançar, cozinhar, fazer piadas… sob pressão, buscamos atalhos para o raciocínio, e as velhas rotas são sempre mais rápidas e seguras.
  2. Colecione.
    Tudo que puder. Rótulos, embalagens, folhas, revistas velhas… junte todas as tranqueiras que conseguir. Quando reciclada, essa velharia que inferniza o seu próximo pode ser de grande serventia.
  3. Seja curioso.
    Aprenda outras coisas, não tenha medo de perguntar tudo, mesmo que não tenha nada a ver com a sua área. Os verdadeiros criativos não são esnobes nem auto-centrados. Quem age assim normalmente é só inseguro.
  4. Mexa-se.
    Dê uma caminhada, tome um banho. Ative sua coordenação motora e oxigene o cérebro. Dormir também pode ser uma boa, contanto que você tenha um caderno de notas à mão.
  5. Redecore sua mesa, espaço de trabalho.
    Mude a posição de mesas, cadeiras e livros, troque seu ponto de vista, coloque objetos interessantes ao alcance da mão, provoque seu subconsciente.
  6. Tome notas.
    Picasso, Hemingway e muitos outros nunca saíam de casa sem seus caderninhos Moleskine. Boa parte das “sacadas” tende a desaparecer quando tentamos fixá-las na memória. Anote tudo sem compromisso com o layout ou mesmo com a gramática. O caderno não é um diário nem um blog. É seu e só seu.
  7. Desapegue.
    Dê parte das suas coisas, empreste, troque. Faça o mesmo com suas idéias. Nunca tenha medo que alguém as “roube”. Tenha em mente que, ao contrário de mercadorias, quando se trocam idéias elas não deixam suas mãos. Pelo contrário, ficam mais fortes.
  8. Pergunte.
    Por que as coisas são do jeito que são?” pelo menos umas cinco vezes por dia. Faço isso há anos, o que já me levou a diversas situações constrangedoras.
  9. Desmembre.
    Divida frases, situações, objetos em diversas partes, nem que seja para descobrir que o todo é muito maior que a soma delas. Ao dividi-las, os objetos e conceitos “grandes” e assustadores são transformados em objetos menores e muito mais maleáveis.
  10. Observe.
    O mundo à sua volta. Preste especial atenção a crianças, camelôs, uniformes, pessoas “diferentes”, artistas e suas obras, brechós, locais abandonados, plantas, mapas, diagramas técnicos, lojas especializadas… há uma enorme riqueza pictórica no mundo.

Se nada disso der certo para se ter uma boa idéia, pelo menos será garantia de diversão e relaxamento, o que sempre é lucro.

Criatividade - mais 10 dicas
Por mais que todas as teorias de educação preguem o contrário, o fato é que as escolas treinam as crianças para que busquem a solução CORRETA, não a criativa. A maioria das pessoas nasce relativamente livre para ser, com o tempo, continuamente reprimida até quase não sobrar idéias. Em outras palavras, a criatividade é inata; a “caretização”, aprendida.

Esse sistema predatório em busca de “resultados” torna a massa extremamente dócil, já que, em qualquer cultura, é preciso coragem para se ter idéias novas. E muito, muito mais coragem para expô-las. Quantos não pensaram que a Terra era redonda mas não eram machos o suficiente para dizê-lo? E que o homem e o macaco tinham um antepassado em comum? Mesmo hoje, quantos não reprimem idéias que poderiam levar a um mundo melhor apenas pelo medo do ridículo?

Pois é. Para se ter idéias novas é preciso motivação, encantamento, relaxamento e, acima de tudo, uma baita duma coragem. Com isso em mente, seguem mais 10 dicas:

  1. Informe-se.
    A inspiração não surge do nada. Pessoas criativas normalmente conhecem a fundo os temas sobre quais opinam.
  2. Desfoque.
    A pressão para pensar em um único tema é uma inibição latente. Por mais que falem maravilhas de se permanecer “concentrado”, é sempre bom ter em mente que esse processo restringe e limita idéias novas.
  3. Busque experiências diferentes.
    Entre em contato com manifestações artísticas ou atividades físicas inéditas. Novos esportes, radicais ou não, tipos de dança ou coreografias como Capoeira, livros de autores desconhecidos ou inéditos para você (Dostoiévski, por exemplo). O mesmo vale para gêneros musicais e artísticos em geral.
  4. Tire um tempo para si.
    Procure reservar de 15 minutos a meia hora por sessão, pelo menos umas três vezes por semana, para escrever, desenhar, tocar algum instrumento ou mesmo cochilar, sem ser interrompido.
  5. Redefina visuais.
    Desenhe um mesmo objeto de vinte ou mais formas diferentes. Se não souber desenhar ou estiver com preguiça, procure fotografar um mesmo objeto de 50 formas diferentes.
  6. Fotografe sua rua.
    Aproveite que câmaras digitais tornam a fotografia uma experiência barata e condicione seu olhar. Sem sair de casa ou de sua rua, fotografe texturas, folhas, cores, formas. Se aproxime de objetos cotidianos como tampas de bueiros e os explore visualmente.
  7. Exagere.
    Amplifique detalhes de sua experiência ou de sua relação com o mundo. Veja seu cotidiano pela ótica de uma criança de seis anos ou menos. Transporte-se para um olhar diferente do seu.
  8. Interrompa seu dia.
    Pare por alguns instantes e faça algo que demande atenção, de preferência física. Regue plantas, por exemplo. Isso ajuda a desfocar e quebra a concentração. Vá tomar um café, converse com alguém alheio ao problema (mas não se prenda ao assunto que está trabalhando).
  9. Copie.
    Por mais que pareça feio, essa atividade não tem nada a ver com plágio, muito pelo contrário. Ao copiar uma obra pronta sem saber qual foram as etapas seguidas para sua realização, você é obrigado a refazer o caminho passo a passo. Nesse processo, muitos desvios aparecem, sugerindo soluções mais adequadas. Para tornar o tópico mais divertido, copie coisas que não têm nada a ver com seu trabalho: esculturas, peças de teatro, prédios etc.
  10. Mova do literal para o pictórico.
    Desenhe, diagrame ou busque fotografias que ilustrem sensações ou situações cotidianas. O barulho de um mosquito, o cheiro de pipoca etc.

Mesmo que essas dicas todas não te ajudem, certamente não farão mal. Tenha em mente que aquele tipo focado e concentrado, o tipo que nunca se desvia do assunto, pode até ser bom profissional, mas é chatérrimo.

Excelente artigo copiado do blog de Luli Radfahrer
dwd3

diferença no layout web 2.0

March 26th, 2007 by designerpaulistano

traduzido de http://www.webdesignfromscratch.com/web-2.0-design-style-guide.cfm
fonte: web design from scratch

Características de um layout para web 2.0:

1 - simples
2 - layout centralizado
3 - poucas colunas
4 - topo em destaque
5 - áreas com uma só cor
6 - menu simples
7 - logos em negrito
8 - título grande
9 - cabeçalhos destacados
10 - cores vivas
11 - superfícies ricas
12 - dedrades
13 - reflexos
14 - ícones bem feitos
15 - selo de destaque

1 - simples

Para criar um layout utilizando as características da web 2.0 basta criar apenas o necessário.

Nada de ficar colocando tudo que acha bonito no site, além de ser coisa de amador, deixa o site confuso e lento.
Contadores, livro de visitas, ícones para download, isso era moda do passado. Hoje em dia o lance é blog corporativo, relacionamento entre cliente e empresário. Faz tempo que foi comprovado que quem “faz” a web são os internautas, então porque não dar mais atenção a eles?

Exemplos:
medicon media

arty papers

2 - layout centralizado

Geralmente os sites com layout centralizado são mais organizados, com uma leitura mais simples e rápida.

Não é que sites alinhados a esquerda são complicados, mas tem gente que acha que o site tem que ocupar a tela inteira e aí começa os problemas de muito conteúdo na tela.

3 - poucas colunas

A alguns anos atrás um site com a tela cheia de conteúdo era considerado um site profissional, atualizado. Mas ainda bem que com o tempo o design foi ganhando importância.

Agora existe um limite para o número de colunas de um site, no máximo 3 e de preferência 2 colunas.

4 - topo em destaque

Para uma leitura visual mais rápida e simples, o topo agora fica em destaque, e de preferência com letras grandes e cores vivas.

5 - áreas com uma só cor

Voltando a falar em simplicidade, um site com fundo de uma cor só é muito mais legível do que um site com fotos de fundo.

6 - menu simples

A moda dos menus feitos em flash com movimentos e cores passou. Agora os menus são simples, facilitando os usuários de encontrarem o que procuram no site.

Falando em web 2.0 acredito que a facilidade e velocidades são duas características importantes. Então nada de ficar criando menus animados. Seja direto.
7 - logos em negrito

Além de facilitar a leitura quando estiver num tamanho pequeno, um logo em negrito tem um peso maior. Parece que é mais fácil de lembrar.

8 - títulos grande

Voltando a falar em velocidade e simplicidade.
Título grande é mais rápido de ser encontrado. De longe você identifica que site é, e qual o slogan.

9 - cabeçalhos destacados

Como num cartaz, ou jornal. Seria mais demorado ler se todas as letras tivessem o mesmo tamanho, nenhum destaque.

10 - cores vivas

Parece que o problema de legibilidade perdeu. Agora a preocupação é criar um site com cores vivas que chamam a atenção. Cores agradáveis que ajudam a ”destacar” o produto do site.

11 - superfícies ricas

Chega de layout pobre. Agora os sites tem um visual caprichado, ou com cantos arredondados, ou com efeitos de luz e sombra, ícones coloridos, sobreposições…


12 - dedrades

Se usado corretamente o degrade por deixar um site mais agradável, com menas quebras duras, deixando o site menos sério, menos formal.
Alguns reflexos dão um aspecto moderno ao site. Deixam mais caprichado.

14 - ícones bem feitos

Ícones bem feitos além de tornar a navegação mais fácil, torna mais agradável. O site fica com mais credibilidade.

programar

March 5th, 2007 by designerpaulistano

odeio ficar enrolado na hora de programa o site.

você fica horas criando um site de acordo com as exigências da empresa, pensa em todos os detalhes, vasculha a internet em busca de informações que podem ser úteis, se preocupa com cada cor e cada fonte do site e quando acha que acabou, que tá na hora de comemorar, fica sabendo que terá de programar e hospedar o site.

putz, isso acaba. que valorização…
todos sabem, ou pelo menos deviam saber, que cada um é responsável por uma parte. que o designer não tem a obrigação de ficar lendo cada linha do código.

design

February 26th, 2007 by designerpaulistano

vídeo que mostra o que é o design:

http://www.gmoura.com/blog/2007/02/o-assim-assim-o-design.html

2 frases sobre o que é design

February 21st, 2007 by designerpaulistano

Design é tirar em vez de pôr, simplificando e eliminando o supérfluo até chegar ao objeto essencial.

Bruno Murari

—————————-

Design gráfico é a capacidade de criar algo enxuto a partir de várias considerações e habilidade para tirar o excedente e filtar o essencial, alcançando a satisfação quando consegue traduzir o desejo do cliente e atingir interação completa com o receptor.

Ikko Tanaka

Texto de Márcia Okida sobre as cores

February 21st, 2007 by designerpaulistano

Copiado do site da design gráfico no link: http://www.designgrafico.art.br/comapalavra/roxo.htm

Roxo com bolinhas amarelas

As cores possuem uma linguagem própria? Qual a importância das cores em um material impresso? Como devo escolher a paleta cromática de um projeto gráfico? A má escolha de cores pode prejudicar a aceitação de um material impresso?

Essas, entre tantas outras perguntas relacionadas ao universo das cores, fazem parte do dia a dia de muitos designers, artistas e criadores de um modo geral. É até bom que esses questionamentos existam, pois, se a pergunta existe significa que a preocupação com um perfeito resultado final é constante. Triste é quando encontramos profissionais que dizem desconhecer essa importância e escolhem as cores levando em conta apenas o seu senso estético. Pior ainda quando editores de arte – ou não – de uma publicação dizem desconhecer, ou nem existir, o critério usado na escolha de cores de sua revista.

Essa falta de informação e conhecimento da linguagem das cores não deveria existir entre profissionais ou estudantes de qualquer área relacionada a imagem, arte, criatividade. Para acabar com isso, um bom começo é responder as questões que iniciaram esse artigo.
As cores possuem uma linguagem própria?

Sim. Na verdade existem várias linguagens. As cores podem transmitir informações através de várias associações como: psicológica, fisiológica e sinestésica. Muitas dessas influências cromáticas são universais, outras estão relacionadas diretamente com a história pessoal, lembranças da infância, inconsciente coletivo etc.

A linguagem psicológica ocorre devido a relação entre uma cor e uma sensação, sentimento, lembrança etc. Podemos sentir calma ao ver a cor azul, dar a sensação de perigo ao usar a cor vermelha ou sentir raiva de uma determinada tonalidade.

A história pessoal, lembranças de infância ou a preferência por uma cor normalmente não são levadas em conta na criação de um projeto gráfico ou design de alguma peça, já que somente causam influência sobre a pessoa em questão. Exemplo: uma pessoa pode sentir-se nervosa ao ver a cor azul – cor que normalmente transmite paz, tranqüilidade, calma – por ter sofrido algum acidente e a cor azul estava presente naquele momento em alguma roupa, objeto etc causando assim uma associação ruim com essa cor. Como essa relação é totalmente pessoal, não pode ser levada em conta no momento de uma criação.

Já as influências do inconsciente coletivo de uma sociedade podem e devem influenciar no momento da escolha cromática de um projeto. Exemplo: os judeus, de um modo geral, não gostam da cor vermelha por estar diretamente associada ao nazismo. Esse repudio por essa cor é transmitido de geração à geração de um modo inconsciente.

Outro exemplo: a relação que a maioria das pessoas faz entre as cores pastéis e infância está diretamente ligada ao fato de que os jovens e adultos de hoje, quando crianças assitiram desenhos como: Branca de Neve, Cinderela, A Bela Adormecida, onde as fadas – meigas e boas – sempre foram em tons de rosa, azul, verde, branco e as bruxas – más e repugnantes – vermelhas, roxas, pretas.

Qual a importância das cores em um material impresso?

A cores desempenham um papel essencial no design gráfico de qualquer impresso. A função editorial da cor deveria ser levada mais a sério e usada adequadamente pela maioria dos designers gráficos. Entre os vários pontos que deveriam ser observados podemos destacar dois, são eles: a relação da cor com o tema abordado e a ordem de leitura desejada naquela página.

A relação entre tema e cor é importante porque ajuda a construir melhor a mensagem no cérebro. Completa um conjunto de informações adicionando associações inconscientes que podem aumentar ou diminuir o entendimento, a assimilação e até manipular as sensações e reações dos leitores. Quanto a relação entre a ordem de leitura desejada, a cor pode ser responsável pela escolha de qual matéria será lida primeiro, qual imagem será mais bem recebida e memorizada etc.
Como devo escolher a paleta cromática
de um projeto gráfico?

Muitos acham que se escolhe as cores simplesmente pelo gosto pessoal ou combinação estética, mas não, essa escolha deveria ser muito mais criteriosa. Deve-se levar em consideração vários pontos. Alguns deles são: perfil do público alvo, objetivo da publicação no mercado, projeto editorial da publicação, entre outros, para então escolher cores que tenham associações psicológicas, fisiológicas ou sinestésicas de acordo com os objetivos desejados.
A escolha incorreta de cores pode prejudicar
a aceitação de um material impresso?

Com certeza. Se essa escolha não estiver adequada os pontos citados acima a publicação pode ter um resultado final prejudicado, pois, podemos estar usando uma cor mais característica de um público da terceira-idade sendo que a revista é para jovens. Este é um exemplo simples e básico.

Sem pensar e pesquisar os objetivos da publicação, as cores que escolhemos poderão estar completamente fora de sintonia com a situação desejada no mercado e, com isso, a revista ter pouca aceitação. Pior ainda se o projeto editorial estiver indo para um lado e as cores para o outro. O gráfico e o editorial devem andar sempre de mãos dadas e as cores têm um papel fundamental nesse momento ou alguém já imaginou um projeto editorial direcionado a temas políticos e sociais com um design vermelho e roxo?

O mais difícil, em relação a escolha de cores, é deixar o gosto pessoal e o nosso senso estético particular de lado porque se o resultado de uma pesquisa direcionar a criação para o uso do roxo com bolinhas amarelas, é melhor usar, mesmo que ache terrível.

› Márcia Okida (1967) é designer gráfico, membro da SND – Society for News Design – e professora de Design Gráfico e Editoração Eletrônica na Faculdade de Artes e Comunicação (FaAC) da Universidade Santa Cecília (Unisanta).